fbpx
Sua Doação | PIX | Boleto | Carnê Digital

Santa Teresa do Menino Jesus, virgem e doutora da Igreja | Memória | Quarta-feira

Nesta Página você poderá ler e meditar a Liturgia de Hoje e também poderá colocar suas intenções nas Santas Missas.

Primeira Leitura (Ne 2,1-8)

Leitura do Livro de Neemias.

1 Era o mês de Nisã, no vigésimo ano do rei Artaxerxes. Como o vinho estivesse diante do rei, eu peguei no vinho e ofereci-o ao rei. Como em sua presença eu nunca podia estar triste, 2 o rei disse-me: “Por que estás com a fisionomia triste? Não estás doente. Isso só pode ser tristeza do coração". Fiquei muito apreensivo e disse ao rei: 3 “Que o rei viva para sempre! Como o meu rosto poderia não estar triste, quando está em ruínas a cidade onde estão os túmulos de meus pais e suas portas foram consumidas pelo fogo?" 4 E o rei disse-me: “O que desejas?" Então, fazendo uma oração ao Deus do céu, 5 eu disse ao rei: “Se for do agrado do rei e se o teu servo achar graça diante de ti, deixa-me ir para a Judeia, à cidade onde se encontram os túmulos de meus pais, a fim de que possa reconstruí-la". 6 O rei, junto de quem a rainha se sentara, perguntou-me: “Quanto tempo vai durar a tua viagem e quando estarás de volta?" Eu indiquei-lhe a data do regresso e ele autorizou-me a partir. 7 Eu disse ainda ao rei: “Se parecer bem ao rei, sejam-me dadas cartas para os governadores de além do rio, para que me deixem passar, até que chegue à Judeia. 8 E também outra carta para Asaf, guarda da floresta do rei, para que me forneça madeira de construção para as portas da cidadela do templo, para as muralhas da cidade, e para a casa em que vou morar". E o rei concedeu-me tudo, pois a bondosa mão de Deus me protegia.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 136(137),1-2.3.4-5.6 (R. 6a)

– Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti, Jerusalém, eu me esquecer!

– Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti, Jerusalém, eu me esquecer!

– Junto aos rios da Babilônia nos sentávamos chorando, com saudades de Sião. Nos salgueiros por ali penduramos nossas harpas.

– Pois foi lá que os opressores nos pediram nossos cânticos; nossos guardas exigiam alegria na tristeza: “Cantai hoje para nós algum canto de Sião!"

– Como havemos de cantar os cantares do Senhor numa terra estrangeira? Se de ti, Jerusalém, algum dia eu me esquecer, que resseque a minha mão! 

– Que se cole a minha língua e se prenda ao céu da boca, se de ti não me lembrar! Se não for Jerusalém minha grande alegria!